segunda-feira, 13 de junho de 2011

Por uma formação completa

Por Flávia Fontes Oliveira

Patrícia Otto | Foto: acervo da artista
Certo dia, entre uma e outra aula, uma aluna, do alto de seus 11 anos, disse a Patrícia Otto, professora da Escola de Dança do Teatro Guaíra, com a ênfase típica da idade, que gostaria de se tornar “a melhor bailarina do mundo”, mas, para isso, precisaria de sua ajuda. A ousadia da aluna a divertiu por um instante, depois “caiu a ficha”: ficava claro para ela, ali, a importância de seu compromisso e sua responsabilidade como professora.

Patrícia tem uma longa ligação com a Escola do Teatro Guaíra. Foi formada pela mesma escola e, desde 1995, é professora e coreógrafa da mesma instituição. De 2000 a 2005, assumiu ainda o papel de diretora e coreógrafa do Projeto Pré-Profissional do Teatro Guaíra, grupo premiado em diversos festivais. Graduou-se também em Dança pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (curso que atualmente é da Faculdade de Artes do Paraná) e se especializou em Consciência Corporal – Dança na Faculdade de Artes do Paraná.
Tem sede de conhecimento e entende a formação do bailarino de modo amplo: do entendimento do corpo ao conhecimento em diversas áreas. Por isso, prefere chamá-los de cidadãos. Fez aulas fora do Brasil, nos Estados Unidos e França, com professores como Floriane Blitz, Andrej Glegolski, Christian Poggioli, Sergei Soloviev e Jacqueline Fynnaert (barre à terre), mas cita como sua grande mestre Carla Reinecke, com quem trabalhou por 15 anos, primeiramente como aluna e bailarina, mais tarde como sua assistente. “Essa convivência foi de grande relevância na formação da profissional que sou hoje”, diz.

Para completar, também é diretora e coreógrafa do Otto Studio Art.

Com esta entrevista, a Revista de Dança continua a série de conversas com professores-formadores do Brasil. E eles têm muito a falar.


Você é professora de dança na Escola de Dança do Teatro Guaíra. Gostaria que contasse um pouco de seu dia a dia como professora.
Patrícia Otto: Tenho o privilégio de ser professora da Escola de Dança do Teatro Guaíra há cerca de 20 anos, uma instituição de ensino profissionalizante em dança. Pude vivenciar todos os níveis da escola, desde a iniciação ao balé até o aperfeiçoamento, acompanhar o desenvolvimento de cada fase do aluno. Fui me transformando e encontrando minhas “crenças”, meu caminho para orientar os jovens neste universo da arte.
Atualmente trabalho com os níveis intermediários e adiantados e tenho uma paixão especial em trabalhar a dança com rapazes. Não se trata de uma regra, mas a maioria deles vem de uma história de luta, preconceitos, barreiras de todos os tipos, mas também carrega consigo uma sede de vida, de aprendizado, dispostos a se dedicar totalmente nessa caminhada e isso me encanta.

A Bela Adormecida, remontado pela Escola de Dança do Teatro Guaíra
Foto: acervo da artista

Como é sua relação com os alunos?

Morgana Cappellari no solo Ne me quitte pas, de Patrícia Otto
Foto: Cayo Vieira 
Patrícia: Trata-se de um lugar comum, mas faço parte das pessoas que acreditam que não escolheram a dança, mas, sim, foram escolhidas por ela. Da mesma forma, tive a sorte de trabalhar com alunos/bailarinos que me desafiavam todos os dias. Tive uma aluna que, no “alto dos seus 11 anos”, sentada numa cadeira (sem ainda alcançar o chão com os pés), disse-me que precisava trabalhar muito, pois queria ser “a melhor bailarina do mundo”, conhecer o mundo através da dança, e olhou para mim e disse: “eu dependo de você para isso, você pode me ajudar?”. Acredito que naquele momento entendi e aceitei a minha responsabilidade como professora. Como ela, outros tantos alunos me fizeram encontrar caminhos para desenvolver o talento que cada um tinha, mas que precisava ser lapidado. Todas essas situações que a vida me apresentou e apresenta todos os dias me conduziram a um caminho de muito estudo, não apenas da técnica masculina, por exemplo, mas também das questões psicológicas que envolvem o trabalho.
Independentemente da técnica que trabalhamos, sempre tem um ser humano. E, no meu dia a dia como professora, é isso que me inspira. Que me desafia. Como posso contribuir para que esse artista entenda seu corpo, saiba o que está fazendo e, principalmente, como está fazendo. Encontrar maneiras para trabalhar com adolescentes que vivem uma velocidade tecnológica absurda, mas que, para alcançar seu objetivo, seu sonho, o que quer que desejem com a dança, precisam ficar horas numa sala de aula estudando e entendendo seu corpo, o mais perfeito computador já criado. E, principalmente, ser feliz com tudo isso.


Black and White, de Patrícia Otto,
com Daniel Siqueira | Foto: Cayo Vieira
Como são as preparações para estas aulas?
Patrícia: Sempre procuro não ficar presa apenas à técnica que estou trabalhando. Encontro em outros lugares informações que me auxiliam muito no conhecimento do corpo. Acredito que o bailarino precisa de outras imagens para encontrar seu caminho interno para executar um movimento. Por exemplo, um tour en l’air ou uma pirouette en dehors: ficar repetindo um milhão de vezes o mesmo movimento não vai fazer com que ele aconteça. Se conseguir, com certeza terá levado muito mais tempo. Mas pensar o corpo, o porquê não acontece, o que fazer para se reorganizar internamente, a energia que envolve esse corpo tridimensional e a energia que existe dentro dele, como essa mente que vai executar esse movimento está presente, enfim, fatores importantes que não podem ser deixados de lado.
Para isso busco beber em fontes como Pilates, Laban, Klauss Vianna (1928-1992), Bernardo de Rezende (Bernardinho, técnico de Vôlei), Flavio Sampaio e poderia citar outros tantos das mais diversas áreas que me fornecem combustível para criar/recriar maneiras de trazer o melhor de cada um todos os dias. Inclusive o meu melhor.


Em seu principal papel, professora. Foto: acervo da artista

Qual o papel de um bom professor?
Patrícia: Em primeiro lugar é preciso educar – para a arte e para a vida. Existe a educação que é de casa (hoje um pouco esquecida), mas não é a essa que me refiro. Educar para saber lidar com as situações que a vida oferece. Respeitar o outro. Fazer com que os jovens entendam que não existe o errado, existe o diferente. Ensinar a não desprezar o trabalho do outro. Por isso, acho importante os festivais de dança, por exemplo. Competir para conseguir o primeiro lugar para ele ou para a escola não pode ser o objetivo. É importante participar para conviver em grupo, ver o que acontece no mundo da dança, adquirir experiência de palco, lidar com a adrenalina no momento da apresentação, aceitar que às vezes se ganha um troféu, outras não, mas que você sempre ganha quando faz o que ama com responsabilidade, paixão, com prazer. Isso é educar.
Outro ponto é a necessidade de o professor estudar sempre. Mostrar também ao aluno a importância da informação teórica como ferramenta complementar para o desenvolvimento da técnica e da expressividade.
E, por último, porém não menos importante, é ter prazer em trabalhar com os mais diversos tipos físicos. Numa sala de aula, você se depara com um grupo heterogêneo e, para mim, isto é uma riqueza.  Mas também um grande desafio. É responsabilidade do professor não apenas perceber o que cada um tem de melhor e lapidar, mas também instigá-los a buscar o seu melhor.

Na sua opinião, como é a formação no Brasil? Os pontos positivos, os negativos, as diferenças.
Patrícia: Uma coisa interessante no Brasil é que não ficamos presos a uma escola ou a uma técnica específica. Acredito que, quando se transita por diversos universos, você tem a possibilidade de experimentar e escolher o que funciona mais para o seu corpo, desde que seja bem orientado.


Montagem de La Bayadère, na Escola de Dança do Teatro Guaíra
Foto: acervo da artista
 Outro ponto importante é a existência dos cursos superiores em dança. Neste tópico encontro pontos positivos e negativos. Os cursos proporcionam uma informação diferenciada que pode complementar a formação do bailarino principalmente no que está relacionado à docência e à pesquisa em dança, isto é positivo. Vejo como negativo achar que somente quem tem formação superior é detentor de maior conhecimento. Existem grandes profissionais que não possuem um diploma de nível superior e são responsáveis pela alta qualidade da dança em nosso país. Volto à questão educacional: é preciso respeitar a história e os profissionais que a fizeram.

Como professora e coreógrafa, o que chama atenção em um aluno? E o que faz dele um artista?
Patrícia: Sem dúvida nenhuma a sede de vida, o brilho nos olhos. Quando estou assistindo a uma aula ou a um espetáculo, dando cursos, coreografando, às vezes tem aquele bailarino que parece ter um ímã. O meu olhar tenta sair dele, mas é impossível. Uma vontade de olhar e olhar de novo, um “querer mais”. E, para mim, isso só acontece com quem é artista de alma, tem vocação. Já tive alunos com excelentes tipos físicos, mas que eram apenas isso, não aconteciam. Por outro lado, já trabalhei com outros que não eram tão favorecidos fisicamente, mas tinham uma garra, uma felicidade em dançar, um brilho especial que conquistaram seu espaço e seus ideais. Isto é vocação. Quando existe a vocação e o talento físico, é perfeito.
Agora uma coisa é certa: ter uma boa cabeça para saber fazer as escolhas certas é essencial. Se não para mim não vale a pena. Dedico todo o tempo e conhecimento aos meus alunos, mas se percebo que ele está fazendo escolhas erradas (e isso inclui drogas, atitudes, etc) e percebo que ele não quer sair deste caminho, mesmo recebendo toda a orientação necessária, nossa história termina ali. A ética e a dignidade fazem um artista ser completo.

Qual maior prazer para um professor?
Natural, de Patrícia Otto,
com Ana Roberta Teixeira
Foto: acervo da artista

Patrícia: Existem vários aspectos prazerosos. Quando você percebe que um aluno está tentando fazer o que você orientou, dedicando-se, atingindo objetivos que ele achava inatingíveis, a felicidade desta conquista, isso é maravilhoso! Acompanhar o amadurecimento do corpo e de um ser humano é muito bom! Ver um grupo de jovens se dedicando nos dias de hoje à arte, é o que me motiva diariamente! Vê-los, depois de anos de convivência, tornando-se boas pessoas e saber que contribuí de alguma forma para isso, me faz ter a certeza de que faço a coisa certa!

Você tem algum sonho? Qual?
Patrícia: Nossa, tenho! Primeiro gostaria que a dança, a cultura em geral, fosse mais valorizada em nosso País! Mas isso todo artista deseja. Mas meu sonho é ter possibilidade de ajudar mais os alunos que não possuem condições financeiras para se dedicar integralmente à dança. Um lugar para alojá-los, com alimentação, estudo, enfim, uma instituição onde eles possam ter tudo o que é necessário para ser um grande artista e um grande cidadão.
Seu aluno Daniel Camargo, em Dom Quixote
Foto: Amir Sfair Filho


Se pudesse, o que mudaria na formação no Brasil?
Patrícia: Gostaria que todos tivessem condições para realizar seu trabalho com dignidade. Que a formação estivesse caminhando lado a lado com a informação, o que nem sempre acontece. Acredito que uma formação mais completa não daria para o mundo apenas artistas de qualidade, mas sim “artistas-cidadãos” de qualidade. E quando digo formação mais completa me refiro à filosofia, à psicologia, à cidadania. Mas acredito que estamos num caminho bem interessante.



Você também é coreógrafa. Como consegue unir as duas formas de trabalho?
Patrícia: Não acho que meu processo de criação esteja muito vinculado ao meu processo de aula.  Nas aulas direciono minhas energias para auxiliar meu aluno a fazer descobertas, (re)descobrir seu corpo. Quando coreografo é outro momento. Às vezes, preciso coreografar algo já definido – é para ser assim e pronto! Outras vezes, tenho a oportunidade de criar com total liberdade, seja de tema, de movimentos. O que existe em comum é que a pesquisa, seja ela qual for (de corpo, bibliográfica, musical, um passeio na rua...), está sempre presente. O pensar a dança! Muitas vezes buscando soluções para a “coreógrafa”, encontro a resposta que a “professora” buscava e vice-versa. Sou privilegiada em trabalhar para uma instituição que me possibilita ser as duas coisas (e outras tantas)! E, principalmente, uma instituição que confia no meu trabalho.

13 comentários:

  1. Samuel Kavalerski13 de junho de 2011 19:43

    Parabéns Flavinha e Patrícia pela linda entrevista! Fico feliz em reconhecer algumas idéias de agora que se esboçavam qdo trabalhamos juntos. Essas sementes preciosas que tanto me ajudaram há pouco mais de dez anos, cresceram, floriram e constituem um pensamento sólido e consciente. Um pensamento de mestre.
    A Professora Patrícia foi muito importante na minha formação como bailarino mas, como ela mesma fala, não há bailarino separado do ser humano. Passamos por várias situações difíceis, festivais, competições, vitórias, derrotas e ela sempre me trouxe equilíbrio. Ela é uma pessoa que trabalha na medida, lida com cuidado com as dificuldades e valoriza as qualidades sem inflar o ego. Além disso, ela tem o lindo dom de acolher o aluno. Eu fui acolhido e agradeço. Sou um profissional melhor porque fui aluno da mais linda professora.

    ResponderExcluir
  2. Patrícia fez parte da minha formação.
    Porque a dança tem muito mais a ver com a mente do que com o corpo. Muitas vezes o movimento corporal é apenas reflexo da alma.
    E que trabalho dá isso tudo...

    ResponderExcluir
  3. Parabéns pela entrevista. Fico muito feliz de ter feito parte do crescimento profissional da Patricia Otto e mais tarde ter trabalhado com ela. Suas aulas sempre foram deliciosas de tocar. Suas coreografias deixavam a gente na ponta da cadeira esperando prontos para aplaudir de pé. Como pianista, posso dizer que sua musicalidade é natural e perfeita. Sempre buscando novas coisas e pesquisando novas maneiras. E acima de tudo uma grande amiga. Das mãos da Patricia ja vi sair grandes bailarinos como Morgana, Daniel, Ana Roberta e tantos outros. Parabens mais uma vez e muito sucesso.

    ResponderExcluir
  4. é maravilhoso ler uma entrevista desta e saber que tive uma passagem, mesmo que pequena, com esta Mestre do Ballet Classico Brasileiro, mas que pude aprender muito e faço hj das minhas aulas uma base de tudo que aprendi com pessoas que realmente tem essa verdade de arte/vida.

    ResponderExcluir
  5. Ariane Cabral Gonçalves Zimmermann14 de junho de 2011 12:03

    Sinto-me honrada em dizer que passei muitos anos da minha vida convivendo diariamente com essa professora e esse ser humano extraordinário chamado Patricia Otto.
    Seu conhecimento e seu amor pela dança fazem com que ela inspire seus alunos continuamente, fazendo com que eles acreditem que sempre podem mais, porque realmente podem.
    Devo grande parte das conquistas que realizei como bailarina à Patricia, foi ela quem me proporcionou viver intensamente a dança durante todos os anos que pude dançar, dançando com a "alma" e isso é uma preciosidade que hoje guardo em minhas lembranças e que ninguém nunca poderá tirar de mim. Foi um dos maiores presentes que já recebi.
    Seus ensinamentos realmente transpõem as barreiras da arte e da dança, alcançando o âmbito da vida, do "ser cidadão".Quantas vidas foram tocadas e para sempre marcadas por esta professora tão cuidadosa com o bem-estar e com o caráter de seus alunos? Inúmeras! Com certeza a minha foi uma delas! Levo sempre em meu coração as nossas conversas, os conselhos, os "puxões-de-orelha" e procuro aplicá-los na minha vida, me tornando uma pessoa melhor.
    A minha gratidão por tudo isso é eterna! Parabéns por essa entrevista linda, pela profissional e pela pessoa que você é! Você sabe o quanto é importante e essencial para mim!

    ResponderExcluir
  6. Dancei com a Patricia em 1991 e 1992 no Projeto pré-profissional da escola do Guaíra, no tempo em que a Carla Reinecke era diretora. Aprendi muito com ela também e hoje sigo seus passos. Admiro muito a Patricia Otto com seu trabalho de qualidade e persistencia. Parabéns por ser mais uma pessoa que luta pela dança no nosso país. Beijos Patricia Sardá

    ResponderExcluir
  7. Não existe alegria maior do que poder ensinar aos outros aquilo que gostamos de fazer. É assim que identificamos os professores de coração. Continue cultivando este seu dom minha irmã. Com carinho e muiiiitooo orgulho.

    ResponderExcluir
  8. Priscila Codagnone Ferreira14 de junho de 2011 19:54

    Adorei a entrevista! Também sou professora da Escola de Dança Teatro Guaíra e acho a Patrícia uma grande profissional. Sempre dedicada, estudiosa, perfeccionista e muito eficiente! Trabalhamos na mesma escola há muitos anos, mas algumas vezes estivemos mais profissionalmente ligadas, como colegas(quando fizemos Pós-graduação-1999) e como parceiras (quando fui coordenadora da EDTG e ela diretora do Projeto Pré-Profissional e do espetáculo "A Bela Adormecida", na minha gestão-2001/2002). Felizmente mais uma vez, estaremos como parceiras, dirigindo o espetáculo de final de ano da EDTG/2011 - "Branca de Neve". Sinto-me sinceramente privilegiada de poder estar com ela nesta nova empreitada, compartilhando o processo com total empenho que um trabalho artístico de qualidade exige. Parabéns Pati e muito sucesso amiga! Você merece!!!Bjs Priscila

    ResponderExcluir
  9. ALZIRA E MARIO OTTO14 de junho de 2011 21:53

    Em 1980 quando deixamos a Patricia para a sua primeira aula de ballet no Teatro Guaira (naquela época a Escola de Danças funcionava naquele local), não imaginávamos que aquela criança se transformaria na bailarina e corégrafa que conhecemos e que tanto admiramos.
    Mas o que nos dá mais orgulho como pais é o seu lado humano, orientando e aconselhando os alunos, trabalho esse que, através da dança, ela presta com muita dedicação para a formação de pessoas íntegras e responsáveis, conforme depoimentos de ex-alunos.
    Com carinho,
    Alzira e Mario Otto

    ResponderExcluir
  10. Izabel disse...
    Acompanho a tragetória profissional da Patrícia a mais de 20 anos, o que eu percebo que ela é apaixonada pelo que faz. Dedicação extrema, muitas vezes deixando de lado o seu "eu" em prol dos seus alunos e da dança. Trabalhar com a arte no Brasil é muito difícil, transpor as barreiras, os pré-conceitos, exige-se muito empenho e sabedoria. O seu grande sonho se tornou realidade. Desejo que você continue através da dança transformando seus alunos em pessoas melhores, e fazendo com que cada sonho se torne também uma realidade. Parabéns, você merece todo o meu reconhecimento e respeito. Um grande beijo. Izabel Fujita

    ResponderExcluir
  11. A Pati já nasceu com a dança correndo por suas veias... Nesses meus 37 anos de vida, jamais a vi uma vez sequer questionando sua escolha profissional. Ela não trabalha para ensinar a dança. Ela trabalha para formar profissionais brilhantes e ser humanos especiais! Por tudo isso me orgulho muito de ter voce como irmã... uma profissional com objetivos e metas... uma pessoa cheia de sonhos e ideais... Que sabe, como ninguém, lidar com todos os aplausos que recebe! Beijos!

    ResponderExcluir
  12. Ary disse

    A Patrícia Otto é um orgulho para nós paranaenses, exemplo de profissionalismo e dedicação.
    Parabéns Pati.

    ResponderExcluir
  13. Patti, apesar de estarmos distantes e não termos oportunidade de convivência, o que faz e esta fazendo é cheio de carinho, dedicação e responsabilidade quer seja na formação de profissionais e cidadão como ser humano. Parabéns e temos a certeza de que continuara galgando o sucesso! Beijos de seus primos Gilberto e Helci

    ResponderExcluir